Tem uma coisa tão bonita, misteriosa e antiga, na velha casa
da vida. Um ar de não sei o que, misturado com lembranças da infância. Árvores
que contam histórias, salas com cheiros que trazem algo para a mente. Visões de
um certo canto, com sol. Reflexos que oportunizam... coqueiros plantados com
carinho. Animais a serem observados. Pássaros que fazem ninhos, e cantam na
manhã.
Tem um que, de barulhos da rua, não identificados, mas
verdadeiramente presentes. Tem um verde na parede que transforma momentos em
esperança. A velha casa da vida, tão presente nos últimos dias. Um estranho
telhado em que alguns sobem... Tijolos expostos, com ares que escondem algo,
misteriosamente.
Beijos,
Juliana Bolzan

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