De lá, para cá

A dor de cabeça não é constante, porque a vida permite os bons e os ruins momentos. Passaram dias em que a briga foi o movimento mais existe no meio.
Lágrimas que machucaram, olhares incertos cheios de certezas.
Palavras ditas em meio a brigas inacabadas, acabadas.
Sorrisos cheios de alegria, substituídos por aqueles para esconder algo que não faz bem dentro do coração.
A distância transforma os sentimentos de uma forma inexistente, agindo como não esperado, para fazer a dor ser ilusoriamente mais leve.
Um vento de inspiração, clareia no meio do dia que começa no meio da tarde. O mesmo olhar de incertezas, completa frases certas.
Depois do passar do tempo, as mudanças podem começar a acontecer. As crenças a serem reais.
O amor completar. A vida permitir.
Os sonhos a realizar. E os desejos passarem a serem conjuntos em vez de particulares.
Beijos,
Juliana Bolzan.

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